A surfar na onda do Fun@Speed

A prova de que na PHC gostamos de equilibrar o lado profissional com o lado social, divertido e descontraído, é que adoramos um bom desafio extralaboral, daqueles que põem a nossa audácia à prova. Mesmo quando o equílibrio em cima da prancha não é o nosso forte, e as quedas viram prato do dia. Surfamos?

Já ouviram certamente falar de um dos programas de que mais nos orgulhamos quando enchemos o peito para dizer que trabalhamos na PHC. Falamos, obviamente, do Fun@Speed que, traduzido à letra, significa qualquer coisa como “diversão a alta velocidade”, dentro e fora de portas da PHC. Sob a chancela deste programa, que gostamos de descrever como “complemento – o ´descontraído´ – do lado pro”, há inúmeras atividades sociais e lúdicas, que têm uma característica em comum: serem fora da caixa. Mais ou menos radicais, a fim de responderem à máxima de que “gostos não se discutem”, todas, sem exceção, são pensadas para reforçar laços. E partilhar momentos. Seja com os pés bem assentes na terra, ou a tentar manter o equílibrio, enquanto aspiramos ser um McNamara em cima da prancha.

A vida é melhor quando surfamos, sobretudo depois de um longo dia de trabalho. Mesmo quando não sabemos o que é um “tubo”, o que significa “cutback”, e tão pouco ouvimos falar da anatomia de uma prancha. Nada que uma breve aulinha de iniciação rápida ao surf não resolva. Devidamente equipados com as nossas mega licras e com aquele ar confiante que caracteriza o comum surfista, aprendemos os passos básicos, essenciais para nos pormos de pé em cima da prancha. Tudo isto – ressalva importante –, no conforto de uma superficie plana (a areia).

Munidos da teoria, estava na hora de passar à prática, num mar que se revelou amigo dos iniciantes: estava flat, ou, na linguagem dos menos entendidos, “sem ondas”. De vez em quando lá vinha ou outra, bem pequenina, para evitar desiquílibrios de maior.

Ponderámos, seriamente, incluir a palavra queda – devidamente empregue no plural – na legenda do vídeo que se segue, mas preferimos um título à altura da experiência que tivemos. E se dúvidas existirem quanto ao nosso futuro enquanto surfistas, foquem-se nos sorrisos rasgados. São prova do quanto nos divertimos e mostram que sabemos rir-nos de nós próprios. Ah, e que trabalhamos numa empresa que faz tudo para nos ver felizes.

O vídeo que se segue não é para os apanhados, mas podia perfeitamente ser.

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