O que é que o “Quem é Quem?” diz sobre a PHC?

Quem é que não se lembra do famoso jogo em que o objetivo é adivinhar a personagem mistério “escondida” por detrás do cartão do adversário, mediante a colocação de perguntas que só podem resultar em respostas “sim” ou “não”? Na PHC temos um “Quem é Quem?”, cujos personagens são pessoas essenciais no dia-a-dia da organização (não que não sejamos todos). Vamos jogar?


Iniciemos este artigo com a mesma pergunta óbvia que colocámos quando escrevemos sobre a trotineta PHC: porque é precisamos de um “Quem é Quem?” dentro de uma empresa? A resposta é exactamente a mesma que demos na altura, para justificar a existência de um brinquedo que facilita a mobilidade num open space: e por que não?

Com o objetivo de potenciar o capital humano, imperativo do sucesso organizacional, são cada vez mais as empresas que olham para as práticas de acolhimento e integração como parte integrante da sua base da gestão. A justificação, se pensarmos bem,  é óbvia: são essas mesmas práticas que promovem o envolvimento organizacional e a motivação dos colaboradores. O resultado? Pessoas mais felizes são mais produtivas.

O primeiro dia num novo local de trabalho pode ser aterrador. Coisas tão simples como não saber onde beber café ou não ter permissão para aceder a uma pasta na rede, podem ter o efeito de uma avalanche durante a prática de sky numa estância. É por isso que, para além do acesso a informações específicas relativamente à função que se vai desempenhar e ao contexto em que se está inserido, é tão importante conhecer as pessoas com quem se tem “forçosamente” de interagir no dia-a-dia. É aqui que entra o famoso “Quem é Quem?”.

Ingredientes do Workshop de Master Gin
Quem é Quem PHC Dna

 

O lado fun da cultura organizacional

Dependendo da importância que a organização – mais concretamente os recursos humanos – dão ao processo de acolhimento, no primeiro dia terá certamente direito a uma visita guiada pela empresa, durante a qual será apresentado/a a todos os colaboradores, que um a um,  lhe dirão o nome, ao mesmo tempo que lhe darão entusiasticamente as boas-vindas. A não ser que tenha uma memória de elefante, é provável que chegue ao final do tour com a sensação de não ter decorado um único nome, e com o cérebro “esmagado” por uma miscelânia de caras e expressões que mais parecem uma obra abstrata de Picasso. Não se preocupe, não é um mau colega, e o cenário vai mudar. Rapidamente.

Ainda que não seja linear, ao final de uma semana saberá provavelmente o nome da pessoa que lhe diz os bons dias mal entra, saberá exactamente a quem se deve dirigir se o seu computador estiver num mau dia, ou o que fazer para ter o cartão que lhe dá acesso às cápsulas da bendita cafeína. Mas, e no caso de ter “colegas que nunca mais acabam”, continuará a ver caras novas todos os dias, que só conseguirá identificar fora do edifício com a ajuda do cartão que trazem ao peito. Relaxe, continua a não ser um drama.

Terceira/quarta  semana. Dia de formação intensiva, com todos os colaboradores recém-chegados, traduzida num “welcome” oficial à empresa. E uma supresa: “vamos jogar ao Quem é Quem”. Mas não é um “Quem é Quem?” qualquer. É um “Quem é Quem PHC”, que põe à prova o real conhecimento dos “novatos” no que toca a parte do organograma da empresa. Uma espécie de praxe, na versão fun da coisa, que tem a vantagem de ser aplicada em equipa.

A forma de jogar é idêntica ao do jogo original, com a diferença de que em vez de personagens animadas, há pessoas chave da organização “escondidas” por detrás das janelinhas dos tabuleiros. Para o caso de não se recordar, há ainda um conjunto de cartões com a cara dessas mesmas pessoas onde, no caso do “Quem é Quem PHC”, estão enumeradas pistas, relacionadas nomeadamente com a função que desempenham.

O início do jogo faz-se com as perguntas típicas que já todos (ou quase todos) conhecemos: “É homem?; “É careca?; “Tem óculos?”; “Usa bigode?”, e por aí fora, até descartar todas as pessoas menos aquela que o adversário “tem na mão”. Para além de responder “sim” ou “não”, este último tem o dever de ir lançando pistas, para facilitar a vida do”opositor”: “É a/o portuguesa/ês mais espanhola/ol que há”; Portugal é todo dele/a”; É o/a rei/rainha dos likes na rede colaborativa”; “É a pessoa mais baixinha da PHC”; É quem te dá estacionamento”, e muitas outras que prometem tornar a experiência num verdadeiro momento fun, ideal para quebrar a rotina própria de um dia intenso de formação. E não querendo menosprezar a importância dos restantes “personagens” do jogo, destaque para o mais fofinho de todos: a nossa mascote Hagá, com quem podemos contar sempre para alegrar o nosso dia.

A equipa que melhor conhecer a composição do organograma da PHC, vence.

 

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