O team bulding ainda serve para alguma coisa?

Felizmente o team builiding passou de moda. Não porque seja inútil, mas porque é demasiado importante para ser confundido como uma tendência desprovida de utilidade.

Felizmente o team building passou de moda. Não porque seja inútil, mas porque é demasiado importante para ser confundido como uma tendência desprovida de utilidade.

Há vários anos que o conceito de team building deixou de ser um exclusivo da prática desportiva e entrou no léxico das empresas. Vários livros e textos foram escritos sobre o tema. O tema esgotou-se de tal forma que se falarmos a alguém que a nossa empresa tem ações de team building encontramos uma reação entre o encolher de ombros e um sorriso sarcástico. Parece que o conceito se tornou banal.

Mas a banalidade do team building é apenas aparente. Existe uma linha que separa o “ter ações de team building” e o “desenvolver ações de team building”. Passo a explicar. “Ter”, muitas empresas têm. E não é preciso um grande esforço: basta levar as equipas para um retiro profissional e fazer umas “atividades divertidas”. É fácil, fica bem na fotografia, mas esgota-se no momento em que se volta ao trabalho no dia seguinte. Já o “desenvolver” requer uma outra abordagem.

“Desenvolver” ações de team building faz sentido, só e apenas, quando se enquadram numa cultura organizacional profissionalizada, com valores identificados e num plano de integração organizacional. É isto que fazemos. Na PHC não “temos” ações de team building, desenvolvemo-las.

Quando na semana passada juntámos os PHC (como carinhosamente denominamos os colaboradores da nossa empresa) no Caramulo, para celebrarmos o nosso 28º aniversário com dois dias de atividades olímpicas em equipa, fizemo-lo porque esse momento é importante para a partilha do nosso PHC DNA. Mais do que ser um momento divertido, é um momento em que os PHC se revêm entre si e partilham esta cultura e identidade comum.

Este momento de celebração é sensacional e reforça os laços e o espírito de coesão interna. Não porque existem, mas porque esta coesão tem um referencial comum: a cultura PHC, que todos conhecem e reconhecem como sua.

Os eventos de team building reforçam laços existentes e só funcionam quando no dia a dia se trabalha a felicidade dos colaboradores. Quando essa condição pré-existente está presente, o team building amplia-a e reforça-a. É um ponto de chegada e não um ponto de partida.

É um conjunto de momentos que ficam gravados na memória de cada um e também na memória da própria empresa. A nossa felicidade nesta foto espelha bem o que é ser PHC.

 

 

 

Mais do que isso, nestes momentos sentimo-nos mais próximos, tornamo-nos mais empáticos, percebemos as dificuldades e anseios de quem trabalha num departamento com o qual pouco contacto temos. E, no dia seguinte, trazemos tudo de volta para a sala de reuniões. Voltamos mais frescos, mais motivados e mais comunicativos.

E é por vivermos estes momentos em conjunto que sabemos que a PHC é uma empresa espetacular para trabalhar.