Nos bastidores do Open Minds 2019

Como manda a tradição, juntámos a Comunidade de Parceiros PHC para fazer o que melhor sabemos: apresentar as mais recentes novidades de software e inspirar a excelência na gestão. No rescaldo, e em jeito de visita guiada, convidamos-te a mergulhar no backstage do megaevento.  Alinhas?

“Está cheiinho de Parceiros”, ouvia-se nos bastidores do Open Minds. Para os menos familiarizados, trata-se do megaevento anual da PHC, exclusivo para parceiros, onde são apresentadas as últimas novidades de software, especialmente desenvolvidas para inspirar a excelência na gestão das empresas. E dizemos megaevento, porque é de facto mega, nem que seja pela quantidade de pessoas que reúne – este ano foram quase 1000. Inclusive parceiros espanhóis, ou não fosse o primeiro Open Minds ibérico.

Mas não é só por isso que é mega. É mega porque implica o trabalho conjunto de toda a PHC que, durante vários meses, une esforços para fazer a magia acontecer. Sim, é verdade que podíamos esperar sentados, porque eventualmente ela aconteceria na mesma. Mas tem outro gostinho saber que fizemos acontecer. Que escolhemos o local (este ano voltámos ao CNEMA, em Santarém, o mesmo palco de há dois anos), que ajudámos a decorar cada pedaço do espaço com o nosso ADN, que pensámos, carregámos, montámos, fotografámos… tudo em prol do objetivo máximo de tornar o nosso evento inesquecível. Nada de excecionalmente novo ou diferente de edições anteriores, com a ressalva de que todos os anos elevamos um bocadinho a fasquia. Para podermos chegar ao final a repetir mesmo – “Foi o melhor evento de sempre”.

 

Os dias de preparação

Podíamos contratar quem se encarregasse de tratar de tudo, mas disfrutar sem meter as mãos na massa, não teria a mesma piada. Porque a essência do Open Minds é mesmo essa: a de uma montanha russa gigante, a bordo da qual iniciamos cada ano, num crescendo de diversão e momentos desafiantes. Descontraídos, mas pros, lembras-te?

De armas e bagagens, assentámos arraiais em Santarém três dias antes do megaevento e, entre logística e ensaios gerais, não faltou a brincadeira. A boa notícia é que gravámos um best of para podermos mostrar-te tudo.

 

 

 

Ready, set, go

Podia perfeitamente ser o mote de uma das apresentações, mas era o ambiente vivido nos bastidores, com dezenas de PHCs coordenados nas suas diferentes missões – apoio às apresentações, para garantir que nada falhava em cima do palco, supervisão no backstage, para “socorros” de última hora aos oradores, acreditações e check in de centenas de pessoas, operações de logística relacionadas com catering e stands de patrocinadores. Quase como um quartel de bombeiros, sempre alerta para apagar eventuais fogos.

Como som de fundo, o “plim” constante de mensagens, sinal de que a máquina só para quando o evento termina. Era um dos dias mais importantes do ano, e falhar não fazia parte do léxico.

 

Proibido “panicar”

Mas voltemos ao backstage, subpalco dos nervos miudinhos, de passagem obrigatória e rápida, antes da subida ao verdadeiro palco – tão imponente quanto intimidante, sobretudo para os oradores estreantes. Mais imponente e intimidante do que no dia anterior (o dos ensaios finais), quando ainda não havia toda uma majestosa plateia. Imaginem a sensação de ter a vossa imagem projetada num ecrã que é quatro vezes o vosso tamanho, e centenas de pessoas, mais concretamente mil, expectantes, a aguardar todo um brilhante discurso. Até o mais experiente dos oradores imagina o chão a fugir-lhe dos pés. Nem que seja até ganhar o embalo.

Nada que um breve exercício de concentração, feito minutos antes de entrar em palco, não resolva. Mas antes de começar, tempo para alguns conselhos de preparação. Coisas como “assim que colocarem o microfone de lapela, não convém afastarem-se muito do palco”, “se houver algum problema com o passador de slides, não entrem em pânico, verbalizem” e, o mais importante de todos, “se tiverem uma branca, respirem três vezes bem fundo que ela vai à vida dela”. Até porque mais vale um erro com confiança do que a coisa certa a medo. Conselhos passados, tempo de descontrair braços e pernas, respirar pela barriga e expirar pela boca, ativar o diafragma e emitir sons que culminam em gargalhadas – primeiro audíveis, depois baixinhas – e, por fim, o abraço e o grito de vitória.

Tudo apostos para dar início ao evento, traduzido em 10 apresentações cuidadosamente preparadas para revelar as melhores novidades de software, sempre com a excelência da gestão em mente. Houve carros de Fórmula 1, dinossauros, protetor solar, um paciente repleto de dores, um médico com solução para todos os problemas, um artista a desenhar em palco e até uma espécie de teatro ao som de “You can leave your hat on”. “Porque quando entras em palco tudo flui”, disse-nos alguém depois de sentir os aplausos. O objetivo máximo é transmitir novas oportunidades de negócio, mas primamos por fazê-lo com a ousadia dos bons contadores de histórias, que sabem exatamente como entreter. Sempre que possível, a contrariar uma das definições de Einstein, que gostamos de relembrar vezes sem conta: “Insanidade é continuar a fazer a mesma coisa e esperar resultados diferentes”.

Como em todos os eventos, houve espaço para os imprevistos, que deram origem aos tão caricatos embaraços, que nos orgulhámos de descartar com classe. E que melhor forma de fazê-lo do que a rirmo-nos de nós próprios? Somos exigentes connosco mesmos, e não aceitamos menos do que o “espetacular” para adjetivar tudo o que é nosso. Já dizia Pessoa que “Tudo o que é bom dura o tempo necessário para ser inesquecível” e o Open Minds 2019 foi exatamente assim. E como sedentos de momentos inesquecíveis que somos, para o ano há mais.

Mas para saborearmos ainda este ano, nada melhor do que ver as fotos que fazem com que pequenos momentos fiquem registados para a história.