Nada é mais memorável num novo emprego do que os primeiros dias

“Onde será o meu lugar? Quem são os meus novos colegas? Onde é que vou almoçar?”. Os primeiros dias num novo emprego suscitam muitas dúvidas e inseguranças. Mas não tem de ser assim. Os primeiros dias podem ser animados e inesquecíveis, não deixando espaço para inseguranças.

Começar um novo emprego nem sempre é um processo fácil. A chegada a um novo escritório, com novos colegas, dinâmicas e tarefas deixa sempre algum nervosismo. Mas, se ser o novo elemento pode ser inquietante, um detalhado processo de integração pode ser a chave para combater esta fase de mudança.

Fazer com que os novos elemento se sintam desde logo integrados é uma das principais missões, e desafios, dos departamentos de recursos humanos. Na PHC o processo de acolhimento divide-se em diversos momentos distintos. Para além dos almoços e dos jogos de tabuleiro, existem diversas reuniões, tanto com os colegas de equipa como com diretores e colegas de diferentes unidades, que ajudam a perceber a ligação entre cada departamento e o trabalho de cada um deles. Também existem pequenas partidas, mas sobre isso não podemos dizer mais…

Ter um bom ambiente no local de trabalho é essencial para sermos bem-sucedidos e felizes no que fazemos, afinal de contas, é no local de trabalho que passamos grande parte do nosso tempo. “Na PHC os primeiros dias são, como tudo aqui, diferenciadores. Eu não conheço outra empresa que tenha um processo tão bom, tão detalhado, pormenorizado e preocupado com as boas vindas dos novos colaboradores. Nunca tinha tido nenhuma experiência deste género. Acima de tudo, durante os quase três meses que dura o processo de acolhimento, há um enorme cuidado com o bem-estar do colaborador nesta nova etapa da sua vida, nesta fase de mudança”, explica Inês.

Na PHC os primeiros dias são, como tudo aqui, diferenciadores.

 

Por cada PHC que entra, há um líder e uma equipa que o leva a almoçar, um colega que oferece o café e um kit de boas vindas à espera na secretária. “Somos muito bem recebidos. Tal como acontece nas universidades, também na PHC escolhemos um padrinho ou uma madrinha. É como se fossemos novamente ‘caloiros’. Eu escolhi uma madrinha e, mais do que um colega, é uma pessoa que está sempre disponível para me ajudar, esclarecer dúvidas e acompanhar em todas as etapas”, explica Patrícia.

O processo de acolhimento e integração é encarado de forma tão séria que, tal como acontece com reuniões de trabalho e formações, também estes momentos estão marcados na agenda. “Quando cheguei à PHC percebi, sobretudo, que a empresa tinha um plano para mim, um plano para me integrar. Na maioria das vezes isto não existe. Aqui há um plano feito exclusivamente para cada um de nós, que nos permite ter um overview de como funciona a empresa, conhecer as pessoas, os departamentos e as unidades de forma completamente informal. Isto é muito importante e envolve-nos logo a 100% com a empresa”, acrescenta Liliana.

Depois dos almoços e das reuniões informais, de facto, não existe melhor forma de quebrar o gelo do que jogos de tabuleiro. “São provas de mimica, desenho ou raciocínio que, de uma forma descontraída, nos dão a conhecer os valores da empresa e os colegas de trabalho. É uma excelente forma de interagirmos com os nossos pares, até porque é um jogo e todos queremos ganhar”, acrescenta Maria. Mas este não é o único jogo. Conhecer e decorar os nomes daqueles que nos rodeiam nem sempre é fácil, sobretudo quando se trata de uma empresa com alguma dimensão. Como é que isto se resolve? Com o mítico jogo ‘Quem É Quem’, do qual desaparecem os conhecidos Bill, Hans ou Anita, para dar lugar aos nossos PHCs. “Estes jogos são muito importantes, sobretudo pela empatia e dinâmica que podemos criar entre nós. É muito informal e acabamos por ficar a conhecer melhor pessoas que não trabalham diretamente connosco e, de outra forma, não iríamos conhecer tão bem”, remata Maria.

Um processo de integração organizado e orientado para as necessidades dos colaboradores é uma boa forma de reduzir o stress das questões iniciais. Quando nos sentimos bem desde o primeiro momento, sabemos que é aqui que queremos ficar.