Descobre qual a pergunta que está a alterar o nosso estado de espírito

Levamos o tema da felicidade tão a peito, que criámos uma métrica para monitorizá-la de perto. Chama-se “Happy Score”, e faz desencadear uma questão – How happy are you today? – que tem feito toda a diferença.

Mas porquê avaliar a felicidade dentro de uma empresa? Já ouviste certamente falar do Butão – aquele país pequenino, com cerca de 800 mil habitantes, que fica no sul da China. O Butão tinha tudo para passar despercebido, mas, a certa altura, captou para si todas as atenções:  tornou-se no primeiro país do mundo a ter um ministério inteiramente dedicado à felicidade, e a calculá-la como quem contabiliza o PIB. Mas, o que é o Butão, a “Happy Score” e a PHC têm em comum, perguntas tu? Tudo. Tal como o Butão, calculamos, ao dia, a Felicidade Interna Bruta e, com os resultados na mão, agimos em consonância

 

Cada vez mais preocupadas com a satisfação interna, e cientes de que colaboradores mais felizes são mais produtivos e, sobretudo, mais motivados, coesos e bem-dispostos, muitas empresas estão a colocar a felicidade no topo das suas agendas, e a nossa PHC não é exceção.

 

Um programa feliz pede uma métrica em consonância

Recuemos a 2017, altura em que decidimos criar um programa interno, para nos tornarmos mais conscientes da nossa atitude para a felicidade. Chamámos-lhe My Hapiness PHC DNA, e cedo chegámos à conclusão que precisávamos de uma métrica para medi-la. Foi assim que nasceu a “Happy Score”, traduzida numa questão que tem como intuito monitorizar o estado da nossa felicidade.

Foi assim que nasceu a “Happy Score”, traduzida numa questão que tem como intuito monitorizar o estado da nossa felicidade.

 

De quando em quando, a pergunta “How happy are you today?” surge nos nossos monitores, e a resposta – “muito triste”, “triste”, “por vezes infeliz”, “por vezes feliz”, “feliz” ou “muito feliz” – permite identificar variações. Objetivo: agir rapidamente perante um possível cenário de desmotivação laboral ou de problemas pessoais que estejam a afetar o nosso dia a dia. E ainda que seja importante partilharmos o nosso estado de espírito momentâneo, somos sempre livres de não responder.

 

Óbvio que todos temos dias “não” e estar “por vezes infeliz” não é de todo descabido. Mas pode tornar-se suspeito, no caso de se tornar recorrente. É normal que, uma vez por outra, as respostas “muito triste” ou “triste” sejam uma realidade, e a verdade é que esses estados de espírito menos positivos não têm necessariamente de estar relacionados com trabalho. E nem é preocupante que estejam, se tiverem sido dadas, por impulso, num pico de stress. Afinal, quem não os tem? A situação muda de figura, quando os emojis que representam emoções negativas destronam, por completo, os emojis dos sorrisos, sinal de que algo não está mesmo bem, e alerta máximo para que os líderes entrem em ação.

 

Um estudo realizado e publicado pela Deco Proteste no início deste ano, revelou que três em cada 10 portugueses estão em risco de esgotamento ou exaustão a nível profissional, e metade sente falta de apoio dos chefes em situações de stress. Métricas de gestão como a “Happy Score”, que usamos na PHC, têm como objetivo prevenir situações como estas, e cultivar a ideia de “liderança de proximidade”, que tanto privilegiamos dentro das nossas quatro paredes. Acreditamos, piamente, que ter líderes atentos aos seus liderados é meio caminho andado para a resolução de problemas, que têm influência direta na motivação e afetam o nosso grau de compromisso.

Incrível como uma simples métrica, ajudada por software, pode fazer toda a diferença, não? E antes de terminarmos, deixa-nos contar-te um pequeno segredo: a felicidade não é fruto do acaso. É o resultado de um esforço conjunto, com pessoas incríveis, capazes de coisas extraordinárias.