Fun at Speed: O complemento do lado pro

Fun at Speed: O complemento do lado pro

Motivar e reter talento requer também talento. Um talento da gestão de Recursos Humanos para equilibrar, de forma criteriosa, o lado profissional com o lado social, descontraído e divertido. Algo que, na PHC, apelidamos certeiramente como “descontraídos, mas pro”.

Com a entrada da geração Millennial nos locais de trabalho – e, mais recentemente, com a geração Z – tornou-se ainda mais óbvio de que não se consegue reter talento com um foco exclusivo nas rotinas e processos laborais. Não que estas gerações não sejam profissionais ou que não reconheçam importância ao trabalho que desempenham. Muito pelo contrário, e por isso é importante definir-lhes condições para progressão de carreiras, proporcionar uma cultura de liderança ou dar-lhes uma voz ativa nas decisões da empresa, de forma a que se sintam integrados.

Mas é também fundamental não descurar o lado social. Os colaboradores de uma empresa não são autómatos. Os da geração dos meus pais não o eram, a minha geração X também não, e os Millennials muito menos. É precisamente o oposto:  os Millennials rejeitaram totalmente essa visão e exigem hoje que o emprego lhe dê também – e sobretudo – uma experiência e motivação pessoal extraordinária.

 

Envolvimento, partilha, retenção e criatividade

Criar e cultivar um lado descontraído e fun é, por isso, fundamental para que os colaboradores se identifiquem com a empresa e com a cultura interna, estejam envolvidos e se mantenham motivados. E, mais ainda, para que se sintam enamorados pelo local de trabalho. Parece estranho misturar trabalho e amor? Nem por isso. Um estudo da BPI – Best Practice Institute conclui que 95% dos inquiridos tem duas a quatro mais probabilidades de permanecer na empresa atual se “amar” o local de trabalho.

Além disso, a dinamização de eventos dentro e fora da empresa é essencial para criar laços sociais com outros colaboradores. Uma publicação da SRHM – Society for Human Resource Management sobre satisfação e retenção de recursos humanos destaca, a propósito, que dois em cada cinco colaboradores sente que a relação com os colegas é muito importante para a sua satisfação laboral. A questão também se coloca sob o prisma contrário: colegas pouco amistosos são apontados como uma das maiores fontes de ansiedade do local de trabalho, a par de baixos salários, distância casa-empresa e carga de trabalho, aponta a Nielsen. É importante não esquecer estes dados quando o assunto em cima da mesa é a retenção de talento.

Mas não só. O investimento em atividades lúdicas tem também outro retorno: criatividade. É como um efeito de contágio, pela positiva. Estímulos criativos incentivam ao pensamento “fora da caixa”, essencial para criar novas ideias, abordagens e soluções. O sucesso advém às empresas que estão preparadas para mudar e inovar – e tal só é possível com colaboradores motivados, envolvidos e criativos.

Esta visão de equilíbrio entre o pro e o fun está presente todos os dias na PHC. Há um valor interno, dos seis que compõem o PHC DNA, que o espelha perfeitamente: a coesão. Somos unidos e, para reforçar estes laços, partilhamos momentos, trabalhamos em equipa, organizamos teambuildings e estamos juntos em iniciativas descontraídas de aprendizagem, diversão e comemoração.

 

Fun at Speed: o calendário cheio de PHC DNA

Na gestão de Recursos Humanos da PHC, organizamos estes momentos fun por ciclo estratégico anual. Sabemos que o que torna estes momentos especiais é, exatamente, o que cada um dos PHCs leva de si e a partilha gerada, sempre dentro dos nossos valores internos. No entanto, e antes disso, cabe à equipa de Recursos Humanos um trabalho intensivo de planeamento, organização e calendarização destas atividades – baseadas em sugestões e inputs dos PHCs.

Tudo isto acontece com branding próprio: o programa Fun at Speed. É sob esta chancela que se multiplicam as atividades sociais e lúdicas da PHC. Dentro deste calendário anual, assinalam-se datas importantes, momentos festivos e ações alinhadas com os nossos valores. E, por isso, é possível assistir ao longo do ano – nas diversas geografias PHC de Lisboa, Porto, Madrid, Maputo e Lima – a atividades tão diversas como workshops de dança e de fotografia, cinema na PHC, dias de praia no escritório, piqueniques, voluntariado, torneios de matraquilhos e de Wii e, claro está, a celebração dos dois grandes momentos de união: a Festa de Natal e, naturalmente, o aniversário da PHC, celebrado com pompa e circunstância a 16 de junho, ou na sexta-feira mais próxima desta data. Muitos destes momentos são dinamizados pelos próprios PHCs que colocam os seus conhecimentos e paixões ao serviço dos outros, dinamizando eles próprios workshops.

Cada uma destas atividades é articulada, no calendário, com o Valor PHC associado ao respetivo mês. Mais uma vez, os valores do PHC DNA assumem-se como a peça basilar da nossa cultura interna.

 

E para que serve tudo isto?

Quanto partilho, no exterior, as nossas iniciativas Fun at Speed, a primeira reação costuma ser de descrença, aliada a dúvidas sobre o retorno do investimento deste calendário ambicioso (só em 2017, organizámos perto de 40 atividades), o seu propósito e os seus resultados. Começo por este último ponto. Os resultados são claros: somos a segunda empresa mais feliz em Portugal, de acordo com o estudo Happiness Works 2017. E o Fun at Speed contribui para esta distinção. Empresas felizes são empresas com colaboradores motivados, empenhados e criativos. Talento feliz é também aquele que permanece connosco, amadurece e concretiza o seu potencial dentro da PHC.

Estes resultados respondem, automaticamente, às outras questões que recebo:  retorno do investimento e propósito. Na PHC, o investimento em talento não termina no momento da contratação. Esse é só o início. Ao longo do ano, queremos manter e acarinhar este talento, mantê-lo feliz e apoiá-lo na descoberta de novos momentos e saberes. Temos métricas para perceber o grau de satisfação com cada atividade Fun at Speed e, com isso, melhorar continuamente. Para que, no final, este talento possa dar o melhor de si à PHC e levar o melhor da PHC para o mundo exterior. Porque o retorno também se mede em sorrisos.