Festa do 30º aniversário PHC: um Revenge of the Summer a pedir repeat

Há quem diga que os 30 são os novos vinte, e atrevemo-nos a concordar sem reservas. Celebrámos três décadas empolgados pela ideia de fazê-lo como melhor sabemos: a colecionar bons momentos. Não é bem um back in the summer of `69, mas podemos garantir que teve o mesmo gostinho.

Há sensivelmente 30 anos, corria o ano de 1989 – 20 anos volvidos do verão eternizado por Brian Adams –, quando três jovens universitários fundaram uma start-up conhecida hoje como PHC Software. Nem por um minuto sonharam que viria a tornar-se numa das maiores empresas de software de gestão. Pelo caminho, foi referenciada como “Empresa Feliz”, “Melhor Empresa para Trabalhar”, com o “Melhor Software de Gestão” e, de start-up, virou multinacional, aspirante a levar o software português para todo o mundo. Não sem antes aprender que “o foco é um dos segredos do sucesso”.

Entusiasmados com o passado que é, por todas as razões motivo de orgulho, temos os olhos postos (que é como quem diz, o foco) no futuro – queremos continuar a expansão da PHC e criar o melhor local para trabalhar em Portugal – e, sempre que a ocasião pede, celebramos. Afinal, não é todos os dias que se faz 30 anos, e a data merecia uma comemoração à altura do tamanho do feito. E tantos motivos havia para festejar – o nosso crescimento (mais de 33 mil clientes em 25 países), a inovação, o reconhecimento e sobretudo nós próprios (já somos 200), que trabalhamos numa empresa com bom ambiente e índices de felicidade elevados, e primamos por tornar dificuldades em oportunidades. No passado dia 28 de junho, o desafio era claro: usufruir de um dia bem passado em família e brindar até perder a conta.

 

Valores PHC à prova

A alvorada avizinhava-se dura, e só o entusiasmo, próprio de quem antevê um dia bom, evitou que fosse vivida como o primeiro toque militar da manhã. Impunha-se viver o dia ao máximo, aproveitando cada segundinho das suas escassas 24 horas e, consegui-lo, exigia uma reunião antecipada com as galinhas. Saída dos escritórios de Lisboa às 07h e dos do Porto uma hora antes, para garantir que todos, sem exceção, estavam no destino às 09h. Ah, é verdade, ainda não falámos do destino, que merece bem ser mencionado: o Bom Sucesso Resort, em Óbidos. Valeram-nos as cantorias de dois rouxinóis entusiastas, que ajudaram a menosprezar os quilómetros, a afugentar o sono e a acordar mentes pouco despertas.

 

Depois de um welcome coffe rejuvenescedor, que ajudou a restabelecer as baterias no máximo, tempo de começar a viver os 30 anos, com um conjunto de atividades eximiamente pensadas para por à prova os nossos seis valores. E juntar as nossas equipas em nada mais nada menos do que 17 grupos – devidamente organizados para nos obrigar a conviver com pessoas diferentes daquelas com quem mais lidamos no dia a dia – não se avizinhou tarefa fácil. Mas foi apenas o primeiro de muitos desafios superados. Grupos formados, nomes atribuídos, e tablets distribuídos, hora de iniciar o percurso (uma espécie de peddy paper) que teria a duração de duas horas e meia. O objetivo era que cada uma das equipas trabalhasse para perfazer pelo menos 1350 pontos, meta que acabou por sofrer uma reviravolta a 30 minutos do final da prova: juntos, devíamos conseguir alcançar 30 mil pontos. E, sem quer fazer já spoiler, estávamos no bom caminho.

 

Por meio de labirintos, água a passar por tubos para chegar a um balde, escadas humanas, trampolins, jangadas construídas com pouco mais do que cartão, fita adesiva e plástico, houve tempo para recuar à infância, para dar largas à imaginação, testar cultura geral, conhecimentos sobre a PHC e, acima de tudo para as gargalhadas estridentes, para a coesão e para o espírito de equipa, para a paciência, para os incentivos, e para os sorrisos de orelha a orelha que marcaram o fim de cada desafio ultrapassado com sucesso. No final, e mais do que os pontos conseguidos (ultrapassámos os 30 mil requeridos), ficámos sem dúvida mais unidos. Com as barrigas a dar horas, fruto de hectares e hectares galgados a passo de marcha intercalado com corrida, tempo da merecida pausa para o almoço antes da tão aguardada mega pool party.

 

Escaldões inusitados à parte, que deixaram marca sem pedir licença, foi um momento de descontração digno das verdadeiras tardes de piscina sem mexer uma palha. O DJ Octávio assentiu colocar a programação em pausa, e encarregou-se de lançar os acordes, que contribuíram para a animação da malta. Seguiu-se o lanche para forrar os estômagos mais famintos, antes do recolher obrigatório aos quartos para preparar os outfits. E ainda que o conforto das vilas nos tenha tentado (com os argumentos mais válidos que possas imaginar) a ignorar que havia um Revenge of The Summer a caminho, a ideia de festa acabou por vingar. E as indumentárias fizeram jus aos títulos que havia por dar (o de Miss e Mr. Revenge), com todos os PHCs a capricharem nos looks à 80`s/90`s. Houve direito a cocktail, a jantar bem regado, a discurso dos fundadores, a bolo de aniversário e, no final, a pista de dança aberta que só encerrou quando as pernas ditaram.

 

Sabemos que somos suspeitos, mas foi um dia intenso memorável. Registado e eternizado na nossa mente… e em vídeo. No próximo ano há mais. Que venham os 31.