Audácia à prova na PHC: uma surpresa vertiginosa

O desafio era claro, ainda que pouco concreto: elevar-nos e olhar para um sítio que já conhecemos a partir de uma nova perspetiva. Subimos ao Pilar 7 da Ponte 25 de abril e vimos Lisboa sobre o Tejo. Um fun@speed como outro qualquer: desta vez a 80 metros de altura.

 

Desde 2018, uma vez por ano, cumpre-se a tradição e deixamos a equipa de Recursos Humanos surpreender-nos numa iniciativa totalmente às cegas – “Let HR Surprise You”. Surpresa que se preze mantém-se secreta até ao último minuto, por isso, quem quisesse inscrever-se, tinha de revelar coragem desde o primeiro minuto. Fazê-lo, implicava aceitar uma “aventura às escuras”, com base numa única coordenada revelada – “vão precisar de audácia para agarrar este desafio” – e no nível de dificuldade avançada: “exequível, desde que não tenham vertigens”. O desafio prometia, sobretudo porque mais de metade dos ditos audazes confessaram não gostar particularmente de alturas.

 

Ainda que a audácia faça parte do nosso ADN– é um dos seis valores PHC –, para o caso específico foi certamente motivada pelas boas memórias do evento homónimo passado, pensado ao pormenor para pôr em prática a nossa confiança (outro dos nossos valores). E que melhor sítio do que um escape room para comprovar que confiamos uns nos outros e que trabalhamos em perfeita harmonia? Já percebeste o padrão? No fundo, o “Let HR Surprise You” não é mais do que uma oportunidade única de nos pôr frente a frente com cada um dos valores que nos movem todos os dias. Por agora, e antes que nos escapes, tempo de voltar às alturas.

 

E se a ponte virasse miradouro?

Quantas vezes viste Lisboa sobre o Tejo sem ser quando regressas de avião a casa? A resposta provavelmente é “quase nunca” (acabámos de nos lembrar do Cristo Rei) e leva-nos a uma segunda pergunta. “Quantas vezes as melhores ideias surgem quando olhamos para uma coisa que já vimos mil vezes a partir de uma nova perspetiva?” Desta vez arriscamos uma outra resposta: “muitas”. Porque ver Lisboa à nossa frente é totalmente diferente de olhar para ela a partir de um miradouro, feito parcialmente em vidro, estrategicamente colocado junto ao tabuleiro da Ponte. É toda uma nova perspetiva sobre a capital – sensivelmente a mesma que se tem ao atravessar a 25 de Abril, mas desta vez sem o pé no acelerador.

 

Antes de chegar lá acima há toda uma experiência sensorial no interior do “pilar 7” que nos diz tudo o que precisamos de saber sobre uma das pontes mais bonitas do mundo. Houve direito a selfies enquadradas num cenário da ponte à escolha registadas por um photobooth, a acompanhar virtualmente a equipa de técnicos da ponte num processo de manutenção, a conhecer a maqueta original, a assistir a uma homenagem feita a todos os nomes envolvidos na construção, a experienciar uma ilusão (um tanto ou quanto aterradora) criada por espelhos instalados no chão e no teto. E no fim, a tão ansiada subida ao miradouro panorâmico, que culmina numa visão inédita da cidade e do Rio Tejo. Diz quem sofre de medo de alturas, os verdadeiramente audazes, que valeu bem a pena.

 

Emoções ao rubro nas restantes geografias

E porque a PHC não é só Lisboa, também pusemos a audácia à prova no Porto – Ponte da Arrábida – , em Madrid – Faro de Moncloa –, em Maputo – Miradouro da Polana –, e em Lima – Torreón del Rey del Real Filipe. Independentemente do lugar, a missão dos RH foi 100% cumprida: proporcionar-nos uma tarde diferente e levar-nos a experienciar uma nova perspetiva. As imagens falam por si.