Mbway: o pagamento móvel é uma tendência. Não deixe a sua empresa de fora

O crescimento exponencial do mercado de smartphones, tablets e respetivas aplicações conduziu a uma mudança de paradigma nos métodos de pagamento existentes. Uma verdadeira oportunidade de negócio para as empresas, que não só melhoram a costumer experience, como veem aumentado o seu potencial de vendas.

Mais rápido, mais cómodo e mais barato. O pagamento móvel com recurso a smarthphones ou tablets é uma tendência crescente no retalho desde 2012, e prevê-se que, em 2020, ultrapasse as transações financeiras com dinheiro e cartões de crédito. Nada que a própria evolução da sociedade, na adaptação necessária à transformação digital, não explique: era imperativo evoluir o multibanco para algo, sem o qual, a maioria das pessoas já não vive – o telemóvel –, e a multiplicação de soluções na área dos pagamentos com recurso a dispositivos móveis confirma-o.

O “upgrade” não foi feito numa lógica de substituição, mas de adaptação, integrando a mecânica do multibanco numa solução para pagamentos móveis. Objetivo: agilizar, com comodidade, o processo de compra. A ideia soa-lhe certamente tão bem como a pelo menos metade da população chinesa que, desde 2017, e de acordo com a empresa Tencent – a maior empresa de internet da China – recorre, maioritariamente, a pagamentos móveis. De tal forma, que mais de 70% dos inquiridos do estudo levado a cabo pela tecnológica afirmou conseguir viver mais de uma semana com apenas 100 yuan em dinheiro (o equivalente a 12,5€) e 84% admitiu mesmo estar confortável em sair de casa só com o telemóvel.

Ainda que em Portugal a realidade esteja longe de ser a observada em países como a China ou Reino Unido, que já tornou obrigatório o acesso ao pagamento por meio eletrónico em serviços do dia a dia, os pagamentos móveis são cada vez mais usados no nosso país, segundo o estudo de Literacia Financeira levado a cabo pelo Observador Cetelem em 2017, que concluiu ainda que os indivíduos entre os 25 e os 34 anos são os maiores utilizadores das novas formas de pagamento.

 

825 mil portugueses rendidos ao MBWay

O cartão de crédito é, provavelmente, a forma mais comum de pagamento nas plataformas de ecommerce, mas está longe de ser a mais prática. Ferramentas como o Apple Pay ou o Android Pay, tão populares lá fora, ainda não estão disponíveis em Portugal (apesar de todos os esforços da Visa), e, por essa razão, o Paypal era, até 2014 – altura do aparecimento do MBWay – a forma mais rápida e universal de pagamento em comércio eletrónico, ainda que tenha sempre levantado algumas questões relacionadas, por exemplo, com a política de privacidade e as tarifas.

Imagine agora os seguintes cenários: poder fazer transferências imediatas para um número de telemóvel; gerar cartões virtuais; realizar levantamentos à distância através de um código gerado numa aplicação; e/ou fazer compras online e em loja com QR Code ou NFC (a Near Field Communication é uma tecnologia sem fios que permite a troca de informações entre dispositivos quando estes estão em contacto, sem qualquer necessidade de configurações adicionais) através do smartphone ou tablet. Trocado por miúdos, cada uma das situações reais enumerados não significa mais do que poder pagar com um dispositivo móvel, ao invés de ter de “sacar” de um cartão da carteira. Quase como ter o multibanco na palma da mão. Parece exagerado, mas não.

A primeira solução mundial que integra a mecânica do multibanco numa solução para pagamentos móveis é portuguesa, dá pelo nome de MBWay e está ao alcance de uma máquina multibanco, de um número de telemóvel e de um PIN com seis dígitos.

Não só já deve ter ouvido falar desta revolucionária aplicação, como há uma grande probabilidade de fazer parte do universo de 825 mil portugueses que já a descarregaram, e que contribuem, mensalmente, para realizar cerca dos dois milhões de operações mensais contabilizadas pela SIBS (entidade responsável pela gestão da aplicação), mas nunca é demais relembrar que ela existe e que foi criada com o objetivo máximo de lhe facilitar a vida. Os números falam por si – o serviço foi lançado apenas há quatro anos e, entre 2016 e 2017, cresceu 2,5 vezes em número de utilizadores e 7,5 vezes frequência de utilização –, e provam que os portugueses procuram cada vez mais soluções que tornem os pagamentos mais simples, mais cómodos e mais rápidos.

 

Múltiplas formas de pagamento como vantagem competitiva

Portugal apresenta uma das maiores taxas de “abandono do carrinho” em compras online, traduzida na elevada percentagem de utilizadores que acabam por desistir da compra, apesar da suposta intenção revelada. A explicação, ainda que à partida pouco óbvia – o que fará um consumidor desistir de comprar, depois de ter tido o trabalho duplo de aceder a um site e selecionar criteriosamente os produtos que desejava? – prende-se, na maioria das vezes, com questões relacionadas com a inadaptação dos negócios online às exigências do consumo atual. O reduzido número de formas de pagamento disponibilizados pelas lojas online é apenas um dos muitos motivos que explica as baixas taxas de conversão existentes.

É aqui que surgem as vantagens competitivas inerentes ao uso de aplicações como o MBWay em sites de compras online. No processo de check-out, o cliente passa a poder selecionar também essa opção, e o único trabalho efetivo que tem é o de introduzir o seu número de telemóvel ou o e-mail associado à sua aplicação MbWay. Fácil não?

O objetivo passa por melhorar a experiência de compra, e consequentemente, potenciar o aumento das vendas.

 

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